Após os impactos negativos dos desastres naturais ocorridos no início de 2011, os empresários da região Serrana (Areal, Comendador Levy Gasparian, Paraíba do Sul, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Sapucaia e Três Rios) aumentaram o volume de produção e de empregos motivados pelo crescimento da demanda. Esse incremento na produção elevou os estoques a patamar superior ao inicialmente planejado pelos empresários.
A recuperação do
nível de atividade delineou a avaliação positiva da Situação Financeira por
parte dos empresários da Região Serrana. Apesar disso, a margem de lucro
operacional, afetada pela concorrência chinesa (especialmente no setor de
vestuário), e o acesso ao crédito permaneceram mal avaliados pelos industriais
locais.
Em linha com o
comportamento típico da atividade fabril no segundo semestre, quando a produção
se acelera para suprir às encomendas de fim de ano, as expectativas são de
crescimento generalizado para os empresários da serra fluminense. A exceção
ficou por conta do volume de exportações: o indicador se situou sobre a linha
dos 50 pontos, cuja leitura indica estabilidade.
Ainda que a
recuperação do nível de atividade esteja em ritmo avançado, as chuvas do início
do ano culminaram em avarias em diversos bens de capitais, afetando a
utilização da capacidade instalada das indústrias da região, que ficou abaixo
do patamar médio histórico.
Contudo o nível de recuperação e contratação das indústrias superou as expectativas após os desastres e as principais cidades apresentaram um nível maior de contratação, sendo elas: Petrópolis, Três Rios e Paraíba do Sul.
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